Taxa de Kerma no ar na entrada da pele de pacientes submetidos a procedimentos hemodinâmicos no Estado de Santa Catarina

Autores

  • Carlos Eduardo B. Queiroz
  • Bruna E. Grechi
  • Tiago T. Hahn
  • Rodrigo C. Dalcin
  • Israel J. Augusto
  • Vagner Bolzan
  • Tiago R. Jahn
  • Walmoli Gerber Junior

DOI:

https://doi.org/10.29384/rbfm.2013.v7.n3.p145-148

Resumo

Este artigo apresenta os resultados dos valores medidos de Taxa de Kerma no ar na entrada da pele de pacientes submetidos a procedimentos hemodinâmicos, no Estado de Santa Catarina, utilizando como limite os valores estabelecidos pelo guia International Basic Safety Standards, publicado pela Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA), e comparando-os com os limites estabelecidos pela Portaria nº 453/1998. Foram realizados ensaios para a medição da Taxa de Kerma na entrada da pele em 13 equipamentos de hemodinâmica em 10 hospitais do Estado de Santa Catarina, entre o período de janeiro de 2011 a dezembro de 2012, em hemodinâmicas operadas no modo fluoroscopia. Dos equipamentos hemodinâmicos avaliados, 77% estão em desacordo com os limites estabelecidos no International Basic Safety Standards, porém, se comparados os valores de Taxa de Kerma no ar obtidos com o limite estabelecido pela Portaria 453, 100% dos aparelhos são aprovados. Os dados obtidos na pesquisa sugerem a necessidade de revisão da Portaria nº 453/1998, por parte dos órgãos regulamentadores.

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Como Citar

Queiroz, C. E. B., Grechi, B. E., Hahn, T. T., Dalcin, R. C., Augusto, I. J., Bolzan, V., Jahn, T. R., & Gerber Junior, W. (2015). Taxa de Kerma no ar na entrada da pele de pacientes submetidos a procedimentos hemodinâmicos no Estado de Santa Catarina. Revista Brasileira De Física Médica, 7(3), 145–148. https://doi.org/10.29384/rbfm.2013.v7.n3.p145-148

Edição

Seção

Artigo Original